

Hoje recebi um e-mail de uma irmã com dúvidas sobre qual história bíblica aplicar no Culto Infantil. Respondi a ela e gostaria de partilhar minha resposta com você, pois acredito estar contribuindo com mais pessoas que tenham interesses em aprimorar o fazer do Culto Infantil.
Primeiro deixo definição do que é Culto, que sempre divido em minhas palestras para educadores cristãos:
A criança e o Culto a Deus ( autoria Isabel Marques de Amorim)
1- Alguns pontos importantes sobre o Culto Divino
Primeiro deixo definição do que é Culto, que sempre divido em minhas palestras para educadores cristãos:
A criança e o Culto a Deus ( autoria Isabel Marques de Amorim)
1- Alguns pontos importantes sobre o Culto Divino
1.1 – Deus cria o homem para receber dele culto
Em Zacarias 12:1 está escrito: “Fala o Senhor que criou o céu, fundou a terra e criou o espírito do homem dentro dele”. A personalidade, o caráter, são recursos que Deus deu ao homem ao criá-lo, para que ele lhe entendesse e reconhecesse total dependência Nele, o Criador. Para adorar a Deus com toda gratidão e devoção, de forma consciente e continente.
Deus abençoou o homem que tinha criado, concedendo-lhe fecundidade, domínio, sustento (Gn. 1.28-30), trabalho (para cultivá-lo), responsabilidade (e o guardar – Gn. 2.15), liberdade, orientação (Gn 2.16-17), condições estas suficientes para ele se tornar uma criatura grata e retribuir Seu Criador com amor e adoração, prestando-lhe culto como um verdadeiro adorador. Deus vendo tudo quanto tinha feito, e eis que era muito bom apenas impôs ao homem uma ordenança: Obediência a Sua Vontade “... não comerás... certamente morrerás”. (Gn 2.17)
1.2 – A queda do adorador pela sua desobediência
Porém o homem deixou de seguir a orientação de Deus. Ele foi tentado a deixar de obedecer à vontade de Deus, tomando a decisão de abandonar sua lealdade ao seu Criador. Começando assim, no mundo, o pecado com todas as suas terríveis conseqüências. ( Gn. 3).
O homem ao pecar perde a livre comunhão que ele tinha com Deus (Gn 3; Is 59.2) e morre espiritualmente (Ef 2.1-5). A morte física segue-se a essa morte espiritual, como salário do pecado (Rm 5.12-21; 6.23).
O homem, antes criado para ser um adorador, ao pecar passa para a condição de pecador, excluído definitivamente da presença de Deus. (Gl 3.10)
A raça humana herda a tendência para o pecado, já desde Adão e de todas as gerações intermediárias (Rm 5.12-21). Os homens passam a transmitir a sua posteridade a mesma peçonha que herdaram, acrescida muitas vezes, por se entregarem ao mal, de parcelas de vaidade e materialismo, de desregramento ou devassidão. Tudo porque o homem deixou de amar a Deus, de adorá-lo, de render-lhe culto obedecendo a sua vontade. (Gn 8.21; Sl 51.5; Jo 3.6; Rm 8.7).
1.3 - O amor de Deus e a redenção do homem
Mas Deus é amor e sempre quis se reconciliar com sua criatura perdida – o homem (Rm 5.8). Ele sempre quis mudar a inimizade que havia entre eles, em afeto, fazer uma mudança espiritual. Por muitas vezes Sua Palavra nos dá testemunho dos seus cuidados e de sua operação permanente em benefício de suas criaturas (Sl 107) e, sobretudo daqueles que o amam (Rm 8.28).
A mudança espiritual que Deus queria realizar no homem era através do sangue, este faria a expiação em virtude da vida (Lv 17.11) --o homem estava morto em seus delitos e pecados e precisa de vida. Esta vida foi oferecida ao homem por Deus, através de Cristo, de Sua morte na cruz e o poder redentor de Seu sangue, único e suficiente para salvá-lo. Paulo escrevendo aos romanos nos declara: “Porque se nós, sendo inimigos, fomos reconciliados com Deus pela morte de seu Filho, muito mais, estando já reconciliados, seremos salvos pela sua vida. E não somente isso, ma s também nos gloriamos em Deus por nosso Senhor Jesus Cristo, pelo qual agora alcançamos à reconciliação”Rm 5.10,11).
1.4 – O homem restaura seu culto a Deus através de Cristo
O culto é uma oferta divina e não apenas uma invenção do homem, está em sua natureza adorar, exaltar e engrandecer aquele que se ofereceu a nós pessoalmente, como Lucas descreve tão bem no capítulo 19 e versículo 10: “Ele veio buscar e salvar o que havia se perdido” Cultuamos a Deus através de Jesus Cristo. Na verdade, Cristo é o templo, onde Deus e o homem se encontram e ele encontra a paz e volta a cultuá-lo. (Rm 5.1; Hb 9.11-28).
1.5 – Uma União Necessária: Culto e Teologia
Sabendo que, Culto é a expressão consciente de comunhão pessoal com Deus e a Teologia é o esforço de descrever tal experiência. É preciso unir Culto e Teologia, respeitando suas funções. È imprescindível afirmar que, culto sem Teologia é sentimental é fraco, teologia sem culto é fria e morta. Culto e Teologia juntos revelam uma fé unida e forte, tornando a vida cristã frutífera e alegre “Eis que Deus é a minha salvação: eu confiarei e não temerei porque i Senhor Jeová é a minha força e o meu cântico, e se tornou a minha salvação.” (Is 12.2)
1.6 - Deus na centralidade do culto
Nossa identificação com Cristo é manifestada em nosso culto e aqui reside a diferença do culto de outras religiões: A Pessoa de Jesus Cristo. Ele, “... o Verbo que era Deus... se fez carne... tudo fez... estava no mundo... e habitou entre nós e vimos a sua glória... (Jo 1.1-14). A Este Deus prestamos um culto teocêntrico (Deus no centro de todo o processo); Esse processo flui de Deus e converge para Ele, e com isso Ele é louvado, adorado, proclamado e magnificado. Não realizamos apenas liturgias vazias, mas um culto racional que Paulo nos ensina em Romanos 12.1: “Rogo-vos pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional.”
Porém, o próprio Jesus deixa bem claro que existem duas classes de adoradores: os falsos e os verdadeiros “... adorarão ao Pai em espírito e em verdade;...” (João 4.23). E também os que adoram sem entendimento, quando Ele diz: “Vós adorais o que não conheceis...” (João 4.22). A grande resultado da idolatria é tirar o lugar de Deus do coração do homem. ( Mt 4.10)
Jesus inaugura a era messiânica por meio nova aliança validada no sacrifício da cruz: a Verdadeira Adoração. A salvação promovida por Jesus restaura o homem e o transforma novamente em um verdadeiro adorador.
1.7 - Povo convocado (Igreja) Sua Cabeça e Comissão
Todos os que têm ouvido e atendido individualmente o “Vinde a Mim...”, o confessam como seu Senhor (Rm 10.9) e a Ele se submetem, “sacerdócio santo, para oferecer sacrifícios espirituais, agradáveis a Deus, por intermédio de Jesus Cristo” (I Pe 2.5) formam a Igreja e ela recebe de Cristo tudo o que tem e Ele através dela, exerce toda a sua ação salvadora. A Igreja é comparada a um corpo onde Cristo é cabeça (Ef 1.22-23; Cl 1.18).
A Igreja dá visibilidade à pessoa de Jesus Cristo que não se encontra corporalmente no mundo (Jo 14.19). Jesus habita em Seu povo através da pessoa bendita do Espírito Santo (At 1.8) que lhe enche de poder para cumprir de pregar a todas as nações (Lc 24.44-49).
O homem que tem Cristo como Senhor de sua vida individual, dispondo-se igualmente a obedecer-lhe na vida coletiva, na Igreja, cuidando em conhecer os ensinamentos da Palavra para o governo e orientação de sua vida, não só individual, mas também coletiva. Então qualificados como Filhos do Reino, os salvos tratam com o povo as questões de cunho eterno, constituindo o sacerdócio real, para proclamar “as virtudes daquele que vos chamou das trevas para sua maravilhosa luz” (I Pe 2.9) cumprindo assim sua grande Comissão (Mt 28.18-20; Mc 16.15-18;).
2- A Igreja e a Educação Cristã
É através deste “povo convocado”, a Igreja do Senhor, tabernáculo humano (I Co 3.9) que os homens podem ser educados. Pois a Igreja ao dar extensão ao magistério de Cristo, as obras Dele têm continuidade no mundo e sua ação salvadora alcança o perdido.
A Igreja como agente da Educação Cristã, não tem a função de produzir conhecimento, mas inculcar nas mentes humanas o conhecimento verdadeiro: a Palavra de Deus (Dt 6. 4 -19), que tem em si mesma poder transformador e renovador para alcançar o perdido lhe trazendo a restauração.
2.1- O “Ide” de Cristo e a Criança
O “Ide” de Cristo que expõe de maneira incisiva e clara nas Escrituras, em Marcos 16.15 “E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda a criatura.” E nesse “a toda a criatura”, as crianças, que já conseguem crer, podem ser alcançadas pelo Evangelho, às vezes acompanhadas de sua família ou não.
D. L Moody disse: “Eu creio que, se as crianças têm idade suficiente para vir à Escola Bíblica Dominical, elas têm idade suficiente para vir ao Calvário. Vamos abrir nossas mente e que Deus nos ajude a ganhar as crianças para Cristo”.
O Culto Divino e a Criança
3 - A Criança e o Culto Divino
3.1 -É possível que Deus receba culto da criança?
O Senhor Jesus nos responde esta questão, quando repreende os principais sacerdotes e escribas, por sua indignação, com louvor, que as crianças lhe prestam no templo mediante as maravilhas que Ele fazia: “... Hosana ao Filho de Davi... e disseram-lhe: Ouves o que estes dizem? E Jesus lhes disse: Sim; nunca lestes: Pela boca de meninos e das criancinhas de peito tiraste o perfeito louvor?” (Mt 21.14-16; Sl 8.2)
Estes pequenos são adoradores! As crianças são pequenas de estatura, mas não é pequeno o seu culto. Uma vez entendido isto, então o culto de seguimento infantil não poderá ser denominado apenas de “um cultinho”, mas sim uma reunião de adoração e louvor a Deus.
3.2 - Onde cultuar e quando ?
Quando Davi escreveu no Salmo 122.1: “Alegrei-me quando me disseram: Vamos à casa do Senhor;” isto não quer dizer que o “culto” está relacionado apenas aos momentos que nos reunimos no templo, na igreja. Deus é o Senhor das nossas vidas, e conseqüentemente devemos deixá-Lo dirigir nosso modo de viver, pensar e agir. Com isso, todas as nossas atividades diárias devem estar relacionadas com atitudes que adorem, venerem, reverencie e que estejam sujeitas a Ele. -- O verdadeiro culto racional! ( Rm 12.1). Portanto, prestar culto a Deus é muito mais abrangente e não será possível limitar apenas ao processo litúrgico que desenvolvemos em nossas igrejas. Não importa o local em que estivermos e nem quando, tudo aquilo que fizermos deve ser em função de prestarmos culto a Deus (J o 4. 20 -30).
Porém, é na igreja, que se dá o auge de todo esse processo, pois quando nos reunimos nosso único objetivo é prestar culto a Deus de forma coletiva. Esse momento tão importante deve ser a mola propulsora de todo o cristão e meta constante em sua mente e coração por toda a vida.
3.3 - O lar, nossa primeira Igreja
Como a criança é um ser em formação e não um “adulto em miniatura” a experiência de louvor e adoração que a conduz à presença de Deus e que transforma sua vida, deve ser iniciada no lar, com o culto doméstico. Há diversos textos no Antigo Testamento e também na carta que Paulo escreveu à Igreja de Éfeso, que nos advertem a criar a criança no ensino e no caminho do Senhor ( Ex 12. 26, 27 ; Dt 4.9,10;6.4-9;11.18,19 e Ef 6.4).
Deus dá primeiramente aos pais a responsabilidade de passarem adiante o legado da fé cristão. Porém, nos dias atuais, por diversas circunstâncias, o treinamento dos filhos no caminho do Senhor, tem sido negligenciado pela maioria dos pais e relegado a terceiros. Toda e qualquer atividade com a criança, que a Igreja oferecer pode vir a suplementar o treinamento doméstico, mas nunca substituí-lo!
3.4 - A criança e seu espaço na Igreja
A criança deve ter seu espaço na Igreja e participar das atividades da mesma. È através de Jesus, que descobrimos o lugar certo da criança na Igreja: É NO MEIO! – Quando pequeno, com apenas doze anos, Jesus não estava em um lugar “à parte”, mas no meio dos doutores (Lc 2.46). O tempo passa, Ele cresce, no auge no seu ministério, ele reafirma esta posição da criança, ao chamar e colocando-a no meio deles (Mt 18.2-3).
A Igreja pratica essa visão, legada por Jesus, quando integra a criança nas atividades litúrgicas e com isso lhe possibilita a experiência de prestar culto a Deus.
Agora minha resposta a irmã:
Paz do Senhor irmã ........
O culto infantil deve ser planejado. Ele é uma reunião para ensinar-mos os pequenos a cultuar a Deus. Eles só adorarão e amarão a Deus se O conhecerem e vierem a deixá-LO entrar em seus coraçãozinhos. Então devemos ensinar, passo a passo sobre Deus para as crianças.
Ensiná-las a:
a-Conversar com Ele. ( orar)
b- A ouvir Deus. ( leitura e memorização da Bíblia)
c-A adorá-lo através dos louvores, atitudes e obediência ( vida espiritual)
d-Obedecer o seu IDE ( fazer missão)
E nada melhor do que usar a Bíblia e suas verídicas histórias para ensinar os pequenos. Eles precisam aprender alguns temas importantes como:
1-Quem é Ele.
2- O que Ele fez.
3- O seu amor por nós.
4- O rompimento do homem com Deus.
5- O seu plano para conquistar os homens.
6- A vinda de Jesus, como homem, para anunciar a humanidade, quem é Deus.
7- O sacrifício de Jesus para pagar os nossos pecados.
8- A vitória sobre a morte, garantida pela ressurreição de Jesus Cristo, a todos nós.
9- A promessa de uma vida eterna.
10- O crescimento espiritual para adquirirmos esta promessa sobre a nossa vida.
11- Os dons de Deus para sermos testemunhas da promessa de Deus em nossa vida.
12- O cumprimento do IDE de Cristo, quando evangelizamos as pessoas.
13- Aprender a dizer não para o pecado.
14- Guardar-se firme e em contato com Deus, e esperar a sua segunda vinda!
Esses são alguns temas, que sugiro para suas crianças, porém vocês é que podem identificar melhor o conhecimento que elas já tem sobre Deus e o que precisa ser ensinado. Então depois de diagnóstico, escolha a história Bíblica que melhor ensinará o tema que vocês escolherem.
Exemplo:
O CORDÃO VERMELHO NA JANELA
Josué 2: 1-24
Fonte: Bíblia de Recursos para o Ministério com Crianças
Objetivo do Professor: Que a criança não salva deposite a sua fé somente no Senhor Jesus, para ser salva.
Verdade Central Relacionada à Criança: Coloque a sua fé somente no Senhor Jesus, para ser salvo do castigo do pecado.
I – Introdução e Andamento
(Mostre às crianças um pedaço de fio ou cordão vermelho.) Imagine que você mora numa cidade que está sendo invadida pelo exército inimigo. O único meio de fugir é usando um cordão vermelho. A situação parece estranha, não é? Mas, isso aconteceu realmente a uma mulher que viveu há muitos anos, quando Israel estava se preparando para entrar na terra que Deus tinha prometido lhes dar.
A. Dois homens foram enviados por Josué para espiar a cidade inimiga de Jericó (v. 1).
A nação de Israel (cerca de dois milhões de pessoas) estava a entrar em Canaã, a terra que Deus lhes havia prometido, Jericó, uma cidade que ficava a cerca de 8 km a oeste do rio Jordão, era a entrada para a país montanhoso que Israel devia conquistar. Era um lindo oásis tropical conhecido como a “Cidade das Palmeiras” (Dt 34:3). Um muro imenso cercava a cidade (2:15). Jericó também tinha o seu próprio exército (6:2), fazendo delas uma das mais fortes cidades muradas. A religião Cananéia praticada pelo povo de Jericó envolvia idolatria, prostituição religiosa, e sacrifício de crianças. A conquista dessa cidade por Israel fazia parte do castigo de Deus sobre o povo de Jericó, por causa do pecado (gênesis 15:16).
B. Em Jericó, os espias se hospedaram secretamente na casa de uma mulher chamada Raabe (v. 1).
[A Bíblia diz que Raabe era uma “prostituta”. Alguns estudiosos acreditam que o termo se referia simplesmente a uma mulher que cuidava de uma hospedaria. Porém, muitos o tomam no sentido tradicional, que identificaria Raabe como uma mulher que praticava imoralidade com muitos homens.]
Como as outras pessoas em Jericó, Raabe era uma mulher cuja vida pecadora estava fazendo a ira e juízo de Deus caírem sobre a cidade. Deus é perfeito e santo. Ele odeia todo o pecado e avisa que o pecado tem que ser punido. Você e eu também somos pecadores. Nascemos desejando fazer a nossa vontade em vez da de Deus (Isaías 53:6). A sua natureza pecaminosa é que leva você a praticar muitas coisas erradas (ser egoísta, desobedecer, etc.). Deus diz que o castigo definitivo do pecado é ficar para sempre separado dele (Romanos 6:23). O pecado é coisa muito grava aos olhos de Deus. Por causa do pecado deles, Raabe e seu povo corriam agora o risco de receber o castigo divino.
C. O rei de Jerico enviou homens para prender os espias (vv. 2,3).
D. Raabe escondeu os espias para protegê-los; depois mentiu aos homens do rei para que procurássemos espias em outro lugar (vv.4-7).
[Você pode querer discutir com a classe a mentira de Raabe, se isso for adequado à idade dos alunos. Use algumas perguntas que os faça refletir, como: Deus poderia ter protegido os espias sem a mentira dela? O fato de Raabe ter mentido por uma boa causa torna a mentira aceitável? Muitos acreditam que sua mentira correspondia ao estilo de vida pecaminoso dela e que, embora estivesse prestes a crer em Deus, era imatura em sua fé, retendo ainda certos hábitos mundanos.]
E. Raabe revela aos espias a sua fé no Deus de Israel (vv.8-11)
[A informação que Raabe deu aos espias, quanto ao medo que a cidade tinha de Israel e do Deus de Israel, era um cumprimento de cântico de Moisés (Êxodo 15:15b,16) e da promessa de Deus (deuteronômio 2:25), dando grande encorajamento aos espias] Ouvir falar do grande poder e cuidado de Deus pela nação de Israel levou o povo de Jericó a ter medo, mas raabe acreditava nesse Deus como o Deus celestial, único e verdadeiro. Apesar do pecado dela, Deus amava raabe e queria que ela pusesse sua fé nEle. Esse mesmo Deus ama e cuida também de você. Ele é o grande e poderoso Deus que fez todas as coisas, inclusive você. Ele conhece você e o seu pecado, mas ama você (Efésios 2:4). Ele quer que você coloque a sua fé nEle, para ser salvo do castigo do pecado. O poder e cuidado de Deus pelo Seu povo eram bem conhecidos em Jericó, e esse conhecimento convenceu Raabe de que Ele era o Deus único e verdadeiro.
F. Raabe pediu aos espias que poupassem a sua vida e de sua família (vv.12-14)
[Sabendo que Deus havia dado a terra à nação de Israel, Raabe pediu proteção para ela e sua família. Os espias prometeram garantir a segurança dela se ela também garantisse a vida deles, mantendo em segredo a missão.]
G. Raabe fez os espias descerem pela janela de sua casa por uma corda, para que pudessem fugir para os montes (vv.15,16).
H. Antes de partir, os espias instruíram Raabe a amarrar um cordão vermelho na janela, para que pudessem identificar a casa dela, quando os israelitas invadissem a cidade (vv.17-20).
Quando Israel chegasse para tomar a terra, todos na cidade deveriam ser mortos, como juízo de Deus sobre o pecado do povo, isto é, todos, menos as pessoas dentro da casa com o cordão vermelho pendurado na janela. Deus providenciou esse meio especial para salvar Raabe e sua família. Raabe era uma pecadora, no entanto tinha fé (acreditava) em Deus, para receber dEle a Salvação. Deus providenciou também, um meio para você ser salvo do castigo do pecado. Ele enviou seu filho perfeito, o Senhor Jesus Cristo, para morrer na cruz, recebendo em Si mesmo o castigo por todos os pecados. Quando Jesus derramou seu sangue na cruz, Ele estava recebendo o castigo que você merecia (Efésios 1:7). Ele sofreu e morreu para que você nunca precise ficar separado de Deus por causa do pecado. Jesus foi sepultado, mas no terceiro dia voltou a viver. Hoje Ele está vivo no Céu. Basta pôr simplesmente a sua fé no Senhor Jesus para você ser salvo do castigo do pecado. Isto significa que você deve crer de todo coração que Jesus morreu por você, e confiar nEle como o Único que pode salvá-lo do pecado. A única maneira de Raabe e sua família serem salvas do castigo de Deus sobre Jericó foi colocar a sua fé em Deus. Eles tinham de mostrar essa fé, amarrando o cordão vermelho na janela e confiando em Deus para salvá-los.
III. Clímax
Confiando em Deus, Raabe amarrou o cordão vermelho na janela (v. 21).
IV. Final
A. Conclusão
1. Os espias fugiram em segurança, e apresentaram seu relatório a Josué. Eles o encorajaram dizendo que Deus lhes daria a vitória (vv. 22, 24).
2. Quando a invasão de Jericó finalmente aconteceu, Raabe e seus familiares foram poupados e retirados da cidade, como os espias haviam prometido (6:21-23).
3. Raabe passou a morar em Israel, e mais tarde tornou-se parte da linhagem de Cristo (Mt 1:5)
B. Apelo (para as crianças não salvas)
Raabe foi salva do castigo do pecado por ter colocado a sua fé em Deus. Você já fez osso? Deus quer salvá-lo e perdoar todos os seus pecados. Você precisa reconhecer o seu pecado diante de Deus e crer que Jesus morreu por você (João 3:36).
Observação importante: Em anexo estão alguns visuais para essa história. Escolha cânticos que ajudem a criança a entender o amor Deus e seu livramento que deu a nós, de ficarmos mortos para sempre, mas Jesus derramou seu sangue na Cruz e nos deu Vitória! Aleluia!
Espero ter ajudado, qualquer dúvida continuamos por aqui e vamos nos entendendo.
Abraços

1 comentários:
Irma, quanta riqueza no seu ensinamento, eu tmbm estava necessitando dessa luz atraves da palavra de Deus.Forte abraço, desejo muitas bençãos a vc e sua familia!Obrigado!!!
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